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A atividade é promovida por meio da Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura (Sudecult) e do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) e dela participam agentes culturais de 27 territórios de identidade da Bahia. “Vamos tirar dúvidas, discutir sobre técnicas e praticar fotos com máquinas semiprofissionais e até com celular”, explica o fotógrafo-instrutor, Lázaro Menezes, integrante da coordenação de Educação Patrimonial, que reúne mais de 150 mil fotos impressas e digitais. Segundo ele, o curso será dinâmico e participativo.
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“Em parceria com a Sudecult, investimos nesse evento na qualificação dos representantes territoriais para que sejam multiplicadores da política pública de proteção aos bens culturais baianos (materiais e imateriais) da Secult”, ressalta o diretor-geral do Ipac, João Carlos de Oliveira. Os representantes territoriais da Sudecult/Secult cobrem 27 territórios de identidade. Essa divisão gestora foi adotada pelo governo federal no início dos anos 2000 e, a partir de 2007, passou a ser utilizada também na Bahia.
Estratégia
Os territórios são demarcados por critérios ambientais, econômicos e culturais, entre outros, além de observar grupos sociais, identidade, coesão social e cultural. O superintendente da Sudecult, Sandro Magalhães, destaca a importância estratégica do evento para o desenvolvimento e estímulo à articulação contínua entre representantes, sociedade civil organizada, poderes públicos municipal, estadual e federal.
A ideia do instrutor Lázaro Menezes é provocar a criatividade e despertar a sensibilidade dos participantes para busca da identidade com os patrimônios culturais. Mais informações sobre a Jornada Patrimonial e a oficina fotográfica na Dipat/Ipac podem ser obtidas pelo telefone (71) 3117-7498, email dipat.ipac@ipac.ba.gov.br ou site do Ipac.
Fonte: Ascom/ Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac)


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